quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Matias de Stefano, uma mensagem de El-Ghan, El Mensajero evolução:
Evolução é compreendida em um amplo tempo histórico que a alma é permitida e você precisa de seres espirituais para mundos físico de prática. Existem várias etapas para chegar a ser quem somos e o que vamos continuar a ser. Listamos alguns destes passos abaixo: energia: como espíritos, temos desde o primeiro momento menos densa tentativa para encarnar a mesmos e um dos primeiros passos é ser naquela época onde você pratica para se adaptar a uma alma, sendo o que irá nos ajudar desde aquela época durante todo o processo.
Gás: densificação da energia nos permite entender a fluidez das coisas físicas nos mundos densos.
Pedra: a densificação de massiima aparentemente inerte nos ajuda a saber como ouvir o assunto e reconhecer nossas limitações nos mundos.
Planta: para entender o processo de canalizar a luz divina e o ancoramento na terra, temos a prática para um tempo muito longo para o processo de fotossíntese, para tê-lo integrado no dia em que respiramos e meditar.
Animais: peixes, mamíferos, répteis ou qualquer outro tipo de animais, este processo nos ajudará na aprendizagem e controlar o movimento do nosso corpo que se move no instinto e as decisões a tomar, em interações com outros seres de um grupo e de comunicação.
Animal racional: a prática da espiritualidade, meditação para atos criativos, cultura e senso de família para integrar a Comunidade como um meio pelo qual vamos nos mudar para aprender e ancorar a luz em evolução, você irá encontrar animais como cetáceos, primatas ou hominídeos povos primitivos e indígenas, incluindo o vermelho e preto de raças primitivas.
Humanos: inclui 4 raças básicas e é hora de aprender, mais ou menos para 70 vidas, a unificação terrena e celestial, considerando tudo o que aprendi antes e seu valor, trabalhando sobre a iluminação do assunto em si. É o último nível juntamente com o de extraterrestres que evolui nos mundos físicos e acendê-las, unindo céu e terra.
Anjos e seres de sétima dimensão: a este nível, a evolução começa a ser diferente, mas aqui você está executando o serviço para os mundos físicos, usando a experiência adquirida na vida e então pode dirigir aqueles que ainda permanecem na densidade.
Entre 12 e 17 anos meu não conseguia lembrar como se tivesse acontecido alguns anos antes, a experiência de ser pedra e planta e contei aos meus amigos como se fosse uma coisa normal na minha história. Lembre-se me ajudou tanto a entender, por que agora deve ser um ser humano completo, embora, então dois dos meus grandes amigos nesta vida um carvalho e um eucalipto... "
Esta evolução, em geral toca em vários fatores e extraterrestre terrestre cósmica e permite grande diversidade e variedade de práticas, que juntos, levar-nos para além desta vida, lá em casa, onde todos nós vamos, voltar, desta vez com mais consciência do nosso próprio conhecimento.
Como é que a passagem entre estes níveis de evolução?
São todas as taxas de natalidade são físicas metamorfose das iniciações são espírito e alma, momentos sagrados. O nascimento é a iniciação à vida, a morte iniciação para outra vida.
Vida é feita de todas superiores etéricos e físicos componentes conhecidos e não conhecidos. Vida vai para além da morte, mas vida permite-nos aprender enquanto cruzarmos caminhos diferentes da realidade e isto abrange uma grande parte do universo e da vida e portanto, vida é entendida como uma escola da alma e morte, em qualquer nível, da alma é entendida como um exame na aprendizagem.
Até mesmo a morte existe nos pisos superiores, mas não é nada mas uma transformação que permite a passagem de um nível para outra consciência da vida e da aprendizagem, a vida que pode dar em muitas maneiras., todos são aceitáveis, não menos porque ele gera vida graças a um propósito divino, porém às vezes o contexto pode determinar que degeneram a sua realidade e a verdade.
Tudo, absolutamente tudo em existência, vida, de pedras, plástico, de um barco para uma floresta, tudo está vivo e em movimento, tudo contém uma centelha divina, tudo vibra, finalmente, tudo está vivo, o único fator que varia é o processo de evolução e a forma dos mortos, que pode ser regular ou trágico, mas tudo flui na existência sabe que tudo tem uma alma, ou pelo menos um tipo de essência de almapara ser parte de nossas vidas e nossa aprendizagem.
Inclusive, que alguns acreditam que é incapaz de possuir vida, alma, espírito e sentimentos, tem vida e o mais puro e capaz... nosso planeta, a terra, o maior ser vivo para nós tão perto como nós o conhecemos....
(do livro: "Vivir en la Tierra")
sábado, 23 de novembro de 2013
Aceita-se a palavra, a explicação, porque ela conforta; a crença conforta quando há sofrimento ou um estado de ansiedade. As explicações dadas por filósofos, psicólogos, sacerdotes, gurus, professores - é nessas coisas que as pessoas se baseiam para viver; o que significa que se vive uma vida de segunda mão e estão satisfeitas... Lê-se muito sobre o que outras pessoas pensaram, vê-se pela televisão o que está acontecendo. É sempre outrem, alguém lá fora, que diz o que se deve fazer. Com isso, a mente atrofia-se e está-se sempre vivendo uma vida de segunda mão. Alguém já se perguntou: "Posso ser uma luz para mim mesmo - não a luz de outrem, a luz de Jesus ou de Buda? Pode-se ser a luz para si mesmo? Isso quer dizer que não há sombra, pois ser uma luz para si mesmo significa que esta não é apagada por nenhum meio artificial, por circunstâncias, por tristeza, por acidente. Pode-se ser isso para si mesmo? Sim, mas só quando a mente não é desafiada porque está completamente desperta. A maioria de nós, entretanto, necessita de desafios, porque a maioria de nós está adormecida - adormecida porque fomos adormecidos por todos os filósofos, por todos os santos, por todos os deuses, sacerdotes e políticos. Adormece-se uma pessoa e ela não sabe que está adormecida: pensa que isso é normal. Um homem que quer ser a luz para si mesmo tem que se libertar disso tudo. Pode-se ser a luz para si mesmo somente quando não há "eu". Então, essa luz é a luz eterna, perene, imensurável. J.Krishnamurti. A importância de ser uma luz para si mesmo
domingo, 10 de novembro de 2013
"Simplicidade - Beleza - Destemor: essas são as ordens! O Destemor é nosso guia. A Beleza é o raio da compreensão e da elevação. A Simplicidade é o abre-te sésamo para os portões do mistério vindouro. E não é a Simplicidade da hipocrisia, mas a profunda Simplicidade da realização que está envolvida nas dobras do amor. Simplicidade que revela os portões mais sagrados e misteriosos para ele que empunha sua tocha da sinceridade e do labor incessante. Nem a Beleza da convencionalidade e do engano, que trabalha o verme da decadência, mas a Beleza do espírito da verdade que aniquila todo preconceito. A Beleza incandescente com a verdadeira liberdade e realização e a glória do milagre das flores e dos sons. Não o Destemor artificial, mas o Destemor que conhece as profundezas insondáveis da criação e faz a distinção entre autoconfiança na ação e a suposição da vaidade. O Destemor que possui a espada da coragem e que abate todas as formas de vulgaridade, conquanto esteja adornada de riquezas." - Nicholas Roerich
(Shambhala - Em Busca da Nova Era / Ed. Nova Era / Cap. Estrela da Mãe do Mundo, pág.130, 1º parágrafo.)
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
ORAÇÃO LAKOTA
"Grande Mistério,
ensine-me a confiar
em meu coração,
em minha mente,
em minha intuição,
em minha sabedoria interna,
nos sentidos de meu corpo,
nas bênçãos do meu espírito.
Ensine-me a confiar nestas coisas,
para que possa entrar em meu Espaço Sagrado
e amar além do meu medo,
e assim caminhar com beleza
com a passagem de cada sol glorioso."
sábado, 31 de agosto de 2013
Os quatros inimigos naturais do homem de conhecimento. CASTAÑEDA
— Quando um homem começa a aprender, ele nunca sabe muito claramente quais são seus objetivos. Seu propósito é falho; sua intenção, vaga. Espera recompensas que nunca se materializarão, pois não conhece nada das dificuldades da aprendizagem.
“Devagar, ele começa a aprender... a princípio, pouco a pouco, e depois em porções grandes. E logo seus pensamentos entram em choque. O que aprende nunca é o que ele imaginava, de modo que começa a ter medo. Aprender nunca é o que se espera. Cada passo da aprendizagem é uma nova tarefa, e o medo que o homem sente começa a crescer impiedosamente, sem ceder. Seu propósito torna-se um campo de batalha.
“E assim ele se depara com o primeiro dos seus inimigos naturais: o medo! Um inimigo terrível, traiçoeiro, e difícil de vencer. Permanece oculto em todas as voltas do caminho, rondando, à espreita. E se o homem, apavorado com sua presença, foge, seu inimigo terá posto fim a sua busca”.
— O que acontece com o homem se ele fugir com medo?
— Nada lhe acontece, a não ser que nunca aprenderá. Nunca se tornará um homem de conhecimento. Talvez se torne um tirano, ou um pobre homem apavorado e inofensivo; de qualquer forma, será um homem vencido. Seu primeiro inimigo terá posto fim a seus desejos.
— E o que pode ele fazer para vencer o medo?
— A resposta é muito simples. Não deve fugir. Deve desafiar o medo, e, a despeito dele, deve dar o passo seguinte na aprendizagem, e o seguinte, e o seguinte. Deve ter medo plenamente, e, no entanto não deve parar. É esta a regra! E o momento chegará em que seu primeiro inimigo recua. O homem começa a se sentir seguro de si. Seu propósito se torna mais forte. Aprender não é mais uma tarefa aterradora. Quando chega esse momento feliz, o homem pode dizer sem hesitar que derrotou seu primeiro inimigo natural.
— Isso acontece de uma vez, Don Juan, ou aos poucos?
— Acontece aos poucos e, no entanto o medo é vencido de repente e depressa.
— Mas o homem não terá medo outra vez, se lhe acontecer alguma coisa nova?
— Não. Uma vez que o homem venceu o medo, fica livre dele o resto da vida, porque, em vez de medo, ele adquiriu clareza. . . uma clareza de espírito que apaga o medo. Então, o homem já conhece seus desejos; sabe como satisfazê-los. Pode antecipar os novos passos na aprendizagem e uma clareza viva cerca tudo. O homem sente que nada lhe oculta.
“E assim ele encontra seu segundo inimigo: a clareza! Essa clareza de espírito, que é tão difícil de obter, elimina o medo, mas também cega”.
“Obriga o homem a nunca duvidar de si. Dá-lhe a segurança de que ele pode fazer o que bem entender, pois ele vê tudo claramente. E ele é corajoso, porque é claro; e não para diante de nada, porque é claro. Mas tudo isso é um engano; é como uma coisa incompleta. Se o homem sucumbir a esse poder de faz-de-conta, terá sucumbido ao seu segundo inimigo e tateará com a aprendizagem. Vai precipitar-se quando devia ser paciente, ou vai ser paciente quando deveria precipitar-se. E tateará com a aprendizagem até acabar incapaz de aprender qualquer coisa mais.”
─ O que acontece com um homem que é derrotado assim, Don Juan? Ele morre por isso?
─ não, não morre. Seu inimigo acaba de impedi-lo de se tornar um homem de conhecimento; em vez disso, o homem pode tornar-se um guerreiro valente, ou um palhaço. No entanto, a clareza, ela qual ele pagou tão caro, nunca mais se transformará de novo em trevas ou medo. Será claro enquanto viver, mas não aprenderá nem desejará nada.
─ mas o que tem de fazer para não ser vencido?
─ Tem de fazer o que fez com o medo: tem de desafiar sua clareza e usá-la só para ver, e esperar com paciência e medir com cuidado antes de dar novos passos; deve pensar, acima de tudo, que sua clareza é quase um erro. E virá um momento em que ele compreenderá que sua clareza era apenas um ponto diante de sua vista. E assim ele terá vencido seu segundo inimigo, e estará numa posição em que nada mais poderá prejudicá-lo. Isso não será um engano. Não será um ponto diante de sua vista. Será poder.
“Ele saberá a essa altura que o poder que vem buscando ha tanto tempo é seu, por fim. Pode fazer o que quiser com ele. Seu aliado está às suas ordens. Seu desejo é ordem. Vê tudo o que está em volta. Mas também encontra seu terceiro inimigo: o poder!”.
“O poder é o mais forte de todos os inimigos. E, naturalmente, a coisa mais fácil é ceder; afinal de contas; o homem é realmente invencível. Ele comanda; começa correndo riscos calculados e termina estabelecendo regras, porque é um senhor”.
“Um homem nesse estágio quase nem nota que seu terceiro inimigo se aproxima. E de repente, sem saber, certamente terá perdido a batalha. Seu inimigo o terá transformado em um homem cruel e caprichoso”.
─ E ele perderá o poder?
─ Não, ele nunca perderá sua clareza nem seu poder.
─ Então o que o distinguirá de um homem de conhecimento?
─ Um homem que é derrotado pelo poder morre sem realmente saber manejá-lo. O poder é apenas uma carga em seu destino. Um homem desses não tem domínio sobre si, e não sabe como ou quando usar seu poder.
─ A derrota por um desses inimigos é uma derrota final ?
─ Claro que é final, uma vez que um desses inimigos dominem o homem, não há nada que ele possa fazer.
─ Será possível, por exemplo, que o homem derrotado pelo poder veja seu erro e se emende ?
─ Não. Uma vez que o homem cede, está liquidado.
─ Mas se ele estiver temporariamente cego pelo poder, e depois o recusar?
─ Isso significa que a batalha continua. Isso significa que ele ainda está tentando ser um homem de conhecimento. O indivíduo é derrotado quando não tenta mais e se abandona.
─ Mas então, Dom Juan, é possível a um homem se entregar ao medo durante anos, mas no fim vencê-lo.
─ Não, isso não é verdade. Se ele ceder ao medo, nunca o vencerá, porque se desviará do conhecimento e nunca mais tentará. Mas se procurar aprender durante anos no meio do seu medo, acabará dominando-o, porque nunca se entregou realmente a ele.
─ E como o homem pode vencer seu terceiro inimigo , Dom Juan?
─ Também tem de desafiá-lo, propositadamente.
Tem de vir a compreender que o poder que parece ter adquirido na verdade nunca é seu. Deve controlar-se em todas as ocasiões, tratando com cuidado e lealdade tudo que aprendeu. Se conseguir ver que a clareza e o poder, sem controle, são piores do que os erros, ele chegará a um ponto em que tudo está controlado. Então, saberá quando e como usar seu poder. E assim terá derrotado seu terceiro inimigo.
“O homem estará, então, no fim de sua jornada do saber, e quase sem perceber encontrará seu último inimigo: a velhice! Este inimigo é o mais cruel de todos, o único que ele não conseguirá derrotar completamente, mas apenas afastar”.
“ É o momento em que o homem não tem mais receios, não tem mais impaciências de clareza de espírito... um momento em que todo seu poder está controlado, mas também um momento em que e sente um desejo irresistível de descansar. Se ele ceder completamente ao seu desejo de se deitar e esquecer, se ele se afundar na fadiga, terá perdido a última batalha, e seu inimigo o reduzirá a um criatura velha e débil. Seu desejo de se retirar dominará toda sua clareza, seu poder e sabedoria.
“Mas se o homem sacode sua fadiga e vive seu destino completamente, então poderá ser chamado de um homem de conhecimento, nem que seja no breve momento em que ele consegue lutar contra seu último inimigo invencível. Esse momento de clareza, poder e conhecimento é o suficiente”.
terça-feira, 21 de maio de 2013
No pensar, clareza
No sentir, cordialidade,
No querer, prudência:
Almejando-as
Posso então esperar,
Que eu corretamente
Possa encontrar-me
Nas trilhas da vida
Diante de corações humanos
No âmbito do dever.
Pois clareza
Provém da luz da alma,
E cordialidade
Contém o calor espiritual,
Prudência
Intensifica a força da vida.
E tudo isso,
Em confiança em Deus anseia,
Em caminhos humanos conduz
A passos bons e seguros na vida.
Rudolf Steiner
quarta-feira, 1 de maio de 2013
"É isso o que você deve fazer: Amar a terra e o sol e os animais, desdenhar as riquezas, dar esmolas a todos que pedirem, defender os dementes e os loucos, dedicar sua renda e trabalho aos outros, odiar os tiranos, não discutir sobre Deus, ter paciência e indulgência com as pessoas, não tirar o chapéu para o que é conhecido ou o que é desconhecido nem a nenhum homem ou grupo de homens, acompanhar livremente as poderosas pessoas analfabetas e os jovens e as mães de família, ler estas folhas ao ar livre em todas as estações de todos os anos de sua vida, examinar de novo tudo o que foi dito na escola ou na igreja ou em qualquer livro, rejeitar tudo que insulte sua própria alma, e sua própria carne será um grande poema e terá a fluência mais rica não só na forma de palavras mas nas linhas silenciosas de seus lábios e rosto e entre os cílios de seus olhos e em toda junta e todo movimento do seu corpo.....O poeta não vai gastar tempo com trabalho desnecessário. Ele sabe que o solo está sempre pronto e arado e adubado...outros podem não saber mas ele sabe. Ele vai direto à criação. Sua confiança vai dominar a confiança de tudo o que tocar...e ele vai dominar toda e qualquer conexão."
Walt Whitman - Folhas de Relva
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